sábado, 13 de fevereiro de 2010

As pessoas nunca param.


O sinal vermelho as vezes é tão tentador, ultrapassar, correr riscos, mas uma hora, você vai se deparar com alguém que está correndo também, e a vontade dessa outra pessoa de ultrapassar limites, junto com a sua, pode causar uma grande colisão, e os estilhaços do seu vidro pode acertar alguém, machucar alguém, magoar alguém, mas na maioria das vezes não importa, importa o quanto VOCÊ saiu ferido e se vai ter coragem de ultrapassar os limites denovo, se existir uma próxima vez, pois algumas vezes, o game over é certo, dependendo do corte você costura e fim da história, o problema é quando o corte é fundo demais. Temos que aprender a medir nossas atitudes. Um sinal verde não é tão ruim assim. E o amarelo? É meio termo demais, ninguém gosta de metades, pelo menos eu. Você tem de decidir, ou fica com o seguro, ou arrisca. Depende só de você.

Essa postagem foi inspirada num episódio da série One Tree Hill.

4 comentários:

  1. *-*
    adoro One Tree Hill! (um pedaço do meu nick eh por causa da série rsrs) Esse desneho eh da Peyton ñ eh? xD

    As vezes ultrapassar o sinal vermelho traz mtas consequências indesejadas ;/
    Ainda ñ me recuperei do último que ultrapassei, acho que por enquanto vou evitar outros

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  2. Sempre prefiri viver na minha bolha de proteção do que arriscar. Sempre fui medrosa pra viver fortes aventuras - ainda sou. Mas as vezes temos que nos obrigar a viver o arriscar e não esperar sempre pela comodidade do certo. A gente aprende na batida também mesmo que o corte seja profundo.

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  3. Como um bom geminiano ñ nasci pra viver na indecisão, sempre arrisquei, errei, quebrei-me, pequei, mas nunca exitei em seguir em frente. Erro por me dedicar demais, mas nunca por me estagnar deixando tempo me levar lentamente para trás.

    =)

    Incontáveis abraços.

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  4. Quem não arrisca, não vive. Pois viver já é um risco. Não gosto de coisas pela metade e nem de talvez.
    Claro, que arrisco sempre com cautela, procurando não importar-me somente comigo. Mas viver na indecisão ou com medo de arriscar e viver, não dá! Beijos.

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