quinta-feira, 30 de julho de 2015

cinco anos

de espera (esse não é o título do poema)

A ansiedade me derruba
permaneço em posição fetal
nenhuma novidade
para alguém tão temperamental
Os minutos passam lentamente
o cuco canta na casa da minha avó
que já morreu infeliz(mente).
Quantas alucinações cabem
em uma vida adulta conturbada?
Estou na lista dos que sucumbem
decomponho-me enfadada.

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